O aumento dos lucros não esta ligado, necessariamente, a uma elevação dos preços ao usuário final. As margens de lucro podem ficar mais largas na medida em que a companhia tenha menores índices de gastos e de desperdícios e, ao mesmo tempo, garanta clientes satisfeitos, que lhe tragam a receita esperada.
Quanto mais próxima uma empresa estiver de seu consumidor, mais fácil será acompanhar suas tendências de consumo e suas preferências.
Uma empresa com infra-estrutura enxuta e rapidamente integrada aos fornecedores e clientes tem a flexibilidade necessária para acompanhar as tendências do seu mercado. Isso evita decisões erradas e aposta fora da realidade de consumo.
Os lucros são uma conseqüência que natural para corporação dinâmica, atenta ao cliente e em sintonia final com fornecedores e parceiros.
Num país, usar a internet pode representar grande economia nas despesas com gasolina, passagem aérea e contas telefônicas.
O uso do e-mail corporativo reduziu boa parte das ligações interurbanas. Alem disso recursos como a videoconferência permitem que se façam reuniões sem deslocamento pessoal, mesmo que isso envolva gerentes de todas as regiões do país.
A economia não é só de passagens, mas de tempo também, já que não se precisa mais esperar por esses deslocamentos. O acesso a arquivos de companhia e suas transferências através do correio eletrônico ou da internet também permitem redução no volume de papeis que circulam na companhia. Isso garante, ao mesmo tempo, redução de gastos e segurança dos dados, já que eles passam a ter uma circulação mais controlada entre os diversos níveis hierárquicos da empresa.
Ao mesmo tempo a integração da companhia através da internet permite maior controle dos desperdícios: a fábrica se adapta a demanda, os fornecedores ampliam o abastecimento na medida das necessidades, os estoques não ficam sobrecarregados desnecessariamente e o atendimento ao consumidor só se amplia nos períodos em que sabidamente haverá mais consultas.